terça-feira, 8 de abril de 2014

A vida com um bebê de quase 1 ano...


Passou rápido, rápido demais, o tempo agora tem outra velocidade. Sumi daqui. Ainda estou tentando organizar a vida, cabeça e rotina exaustiva de trabalho com a vida de mãe, dona de casa, esposa. É, criar um bebê sem babá, empregada, trabalhando fora, trabalhando dentro de casa não é nada fácil. Mas tem sido muito gratificante poder viver a educação, a presença, as brincadeiras, as descobertas bem de pertinho, sem 'terceirizar' tudo isso. Pedro acostumou-se muito bem ao berçário, lá elas cuidam dele direitinho. Ele dá os bracinhos quando chegamos lá e quando vou buscá-lo está todo feliz. Isso me tranquiliza muito. Sobre a alimentação, hoje ele só não come jiló (mas eu acho que nem precisa). Do que ele mais gosta: carne moída com batatinha, arroz com brócolis e cenoura, feijão batidinho com aspecto de purê, peixe grelhado temperado com caldo de legumes (eu disponibilizei a receita em posts anteriores), banana, banana com caqui, abacate, suco de melancia e de melão com ameixa preta. Descobri fazendo meus testes gastronômicos que posso usar ameixa preta seca para adoçar os sucos, muito bom, pois sou completamente contra o uso de açúcar. Coloco pouquíssimo sal na comida dele, porque arroz, feijão e carne sem sal não né? Coitado do menino. Exploro muito os temperos: cebolinha, salsinha, alho poró, cebola, salsão, alho. Isso dá um gostinho todo especial à comida.
Como está o cardápio dele atualmente, com pouco mais do que 10 meses: 6:30 mama leite materno, 9:00 suco natural de fruta (escola), 11:30 almoço (escola), 14:30 150 ml de leite artificial Aptamil sem lactose, 16:45 fruta (escola), 18:20 jantar (casa), 20:30 leite materno complementado com 120 a 150 ml de leite artificial, 20:45 a 21 sono até o outro dia. Tento ser bem rígida com os horários pois criança estressa demais com mudança de ambiente e falta de rotina. Isso também me ajuda a viver melhor! Desde os 9 meses comecei a dar os legumes picadinhos para ele, na tentativa de caminhar para a alimentação igual a de todas as outras pessoas da casa. Deu certo. Cozinho bem os legumes no vapor e parto em pequenos pedaços. No começo ele achava estranho a textura, mas em 2 dias já se acostumou.
Outra coisa que tento é seguir meu instinto juntando com aquilo que aprendi na faculdade de Biologia e que me deu conhecimento suficiente para tomar algumas decisões, como por exemplo, não é por qualquer nariz escorrendo que eu o leva ao pediatra. Já sei qual o xarope, solução nasal, nebulização com soro fisiológico. Não acredito que isso seja auto medicação e sim praticidade, só recorro ao pediatra em casos diferentes da normalidade.
E o casamento? (risos) O casamento tem normalizado, eu agora permito que o Flávio participe da bolha  mamãe e bebê, parece doentio essa frase, mas se todas pensarem friamente, criamos essa bolha. Pedro brinca demais com ele. Eu fico de longe, emocionada e rindo das brincadeiras de meninos deles. O casal agora sai sozinho, sai com o bebê, introduz Pedro em programas de adultos. Tentamos adequar a nossa vida para que ele possa participar dos programas, já que trabalhamos muito e desfrutamos pouco durante a semana dos seu desenvolvimento.
Enfim, tenho sobrevivido a todas essas informações...!